Neto/festa

È meu neto;
fazendo festa.
Festa,que ele é, e faz.
Olhos inquietos mente ,que ao corpo
não deixa aquietar-se.
Quando se juntam então
Skay,Cascavel,
Rino e Flasch imaginários amigos...
inseparáveis em sua traquinagens.
E Arthur,outro amigo que se junta ao bando
que é nada imaginário!
Agora em seis,desbravam florestas,vencem
os terríveis dinossauros
transformam-se
em mil faces,cada um, para no final,
harmonizarem seus mundos.
E ai de nós,
pobres mortais,e insignificantes criaturas,
se ousamos interromper no momento de desfecho!
È linnndu,
meu mininu banguela,lingua sem tramela
é tagarela,passa na pinguela,pula a janela tem
calça amarela,come mortadela,não gosta de siriguela,
bate pandeiro na panela,dá uma escorregadela, solta a tijela,
e diz;...já era.
Suas pernas compridas feito " cambito,"
desenham no ar,
figuras nada geométricas,
também nada sinuosas,
são suas pernas voando, traçando um traço.
Braços e mãos rasteiras,no chão feito estrela!
E, sai da frente gente!
Vem lá o Lucas, sem compasso sem espaço,
no espaço da gente.
E tanto faz, que nem faz,
ou tanto nem faz, quem disse?
 que dois corpos
não ocupam o mesmo espaço?
É o Lucas, ele faz espaço no espaço da gente;
e a gente,
nem sente!


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