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Mostrando postagens de agosto, 2013

Imperfeição!...

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Tenho visto tanta tristeza nos olhos do mundo;que preciso preservar o meu! Não quero mais inquietude além, da que estou vivendo... Tô querendo é achar um jeito de me acomodar, nesse fim de tarde, nesse entardecer de inverno; que em mim se faz  outono, em estação quase primavera; Não quero esse pranto Preso, guardado,contido quero solto; é pranto... é invertido; no inverno! mas é pranto! Lágrimas de caminho inverso,de volta à alma. Lagrimas que pra aliviar; não se quer fazer canção... quer apenas inundar,invadir encharcar-se; Por hora,quero apenas lavar não as do mundo, as minhas feridas; todas! as minhas e as da minha alma. São tantas, que mesmo se misturando, são singular, não se pluralizam... mas as conheço E delas, só eu dou conta! De outras dores, não mais, mesmo se outras;da minha'lma fossem..  É urgente; primeiro  aquelas,... dessas outras; cuido muito depois! Quero extrair delas; canção!. ca...

Sou eu, soltando a letra espichando o espichando o traço!...

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Sou letra que em sílabas me faço, viro frases. Sou palavra lida,escrita e sentida. Me faço em página,em duas fico em três me viro... em estou pagina quatro , sem trato! sou vírgula,sou ponto e em reticencias sou tantas! Sou palavra que acalma,que se ira, sou prosa, sou verso e sou rima. Sou arte escrita,feito escultura; sou gravura,espessura... sem arranhaduras... me formas e sou torno. Sou amor, gestos, sou olhares sou doce, atrevida,desrespeitosa,amorosa, me faço. Sou ouvida,censurada,cantada, e canto escrita e lida. Sou faceira, sou parceira,sou particular, e sou plural sou vitral e sou varal!... Sou norte,sou luneta e sou bussula. Sou alegre,triste,sou farrista,debochada; sou fervorosa, sou fé,e sou crença! Sou amada, sou fiel,infiel deliciosa, delicada,sou desajeitada me desfaço jeitosa sem jeito. Não sou palavra imperfeita,nem tão perfeita. Sou preterida,também sou querida, Sou trabalho artesanal,sou arquitetônica... também...

sementes..

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    Poeta só é p oetaa,quando no tempo da  semeadura, sai a semear sementes de poesia,p ois, é no coração que ela se condensa... - graça - 

Poeta....

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....poeta, é gente sem jeito; desajeitado;  que não se ajeita de ter jeito em seu desajeito... É sujeito sem beira...do seu jeito!... - graça -

Nunha janela!...

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Ninha'lma,feito eu mesma, quer uma janela; não pra se debruçar sobre si mesma. Quer o encamento do que ali pode se ver, ou ficar a imaginar o que se quer ver... Tem que ser uma janeira com o peitoral largo, e logo a baixo,uma jardineira, de flores miúdas, de preferencia bem em frente  à dama da noite. Quero ficar ali,e ver, a banda passar! Quero ver também, aquele que por decerto minha alma espera. Calça de linho branco,chapéu dobrado Uma bengala comprilda, não para lhe  equilibrar os passos; apenas para compor a elegancia de um bom rapaz! Na janela quero espaço à minha direita, e à minha esquerda. De um lado com certeza terei um vaso; com um lindíssimo arranjo floral... Do outro lado espaço vazio, lindo de tão singelo! para quando encontrar quem min'alma busca, já se tenha espaço suficiente pra  dois. Se for de dia,cumprimentarei graciosamente, com um sorriso de esperança,quem por ela passar e me notar. Se for à ...

Jerusalém dos dias de hoje!...

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 "! sobre o efeito da noticia em mim;       o ataque químico na Síria; fiquei com        vergonha diante de Deus!" Meu coração também está triste! É claro e eu sei,não tão enormemente como o  Teu, Senhor! Insignificante diante do Seu. O Senhor particularmente hoje, está se sentindo humilhado, como quando Teu filho,foi apresentado a Pilatos... Quando Ele,Teu filho chorou sobre Jerusalém... E hoje o mundo inteiro se tornou aquela Jerusalém... Sou mãe, o Senhor bem o sabes, e não conheço,graças a Ti, a dor de se perder um filho, dor mais sem jeito, dor sem nome... Mas em verdade,e Tu conheces meu coração! Me entristeço,com as maldades do mundo e fico a pensar no Teu coração! Como deve estar aflito o Teu coração,por  essa e outras tantas maldades,das quais não temos notícias e nem imaginamos... Pai Santo; no Teu coração agora, imagino o gosto do fel,que quando em sede,Teu filho, na cruz,...

beiradas!...

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Adentrando meu ser, está translucidamente instalada, minh'alma! Num querer despir-se de si, numa magia em que, a desnudo por inteira! E é num querer, não querendo que vou. Dela preciso descobrir, a que alegrias recorrer, quando a tristeza achar de estabelecer em mim,morada! Me decidí às possibilidades, e tristezas, nelas, não as encontro aí! Vez por outra, ou quando em vez, teimosamente; ela tende a abrir frestas, pra inundar minh'alma. Sinceramente; não sou dada a rompantes de alegria. Prefiro a calma, a vagareza, o caminhar lento, na beirada do caminho. Meus passos,não se confundem com a minha alma, inquieta! Trilha no que acha belo, belo de tão perfeito! E em mim, os amores todos, são todos; "amor-perfeito" !...  beirada

sonho!...

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...O sonho é meu; mas o querer é de Deus! ... - graça -

eu e...

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Tenho gravado em mim, sorrisos que me fazem rir bobamente! São sorrisos e olhares que se expressam com a alma. São palavras que não ouço as vozes, mas as tenho decoradas em meus poros. Vejo perninhas andando,saia rodada com sapatinhos vermelhos,e cabelos cor de trigo gargalhando em meus ouvidos, segredos de nós dois! Delas, as meninas Dele, o menino... vivo em lonjuras, e de saudades troncha! Queria nos meus braços agarra-los todos, contar-lhes as histórias que eles sabem de cor. Fazer-lhes cócegas, que só eles sabem como. Temos nossos jeito de rir quando juntos, nossos olhos, sorrisos e olhares, são próprios de vovó por perto. sou eu e meus netos...os da lonjuras. Quando cheios de "junturas", aí sim ... só eu sei da felicidade em mim...

cores!...

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- não gosto das cores quentes,me angustiam prefiro as frias,me aquecem o coração. - - graça -

Tanto sol!...

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Pra que? pra nos verter a todos, em calda salgada e quente, a banhar-nos o corpo? Pelo astro rei, não nutro, sequer um "pingo de chuva" e emcamtamento! Sou- lhe declaradamente inimiga fiel! Não me delicio com ele. Prefiro-o sempre, bem longe de mim. Dele não gosto mesmo da sombra, que me faz aquietar ali,e sentir dele; a luminosidade escandalosa. Gosto da sombra fresca, ao cair da tarde, quando já se despedindo,suavisa os estragos dos caminhos que o sol traça em rostos cansados, marcados de suor. Sol tem cheiro de impiedade, desconsola qualquer poça d'agua que subversivadamente,aparece do nem sei o que nem sei pra que; fazendo-a afogar-se em si mesma num virar de olhos. Nem quando de manhã, dou com ele escancarado em minha janela, desaforadamente em vão o despeço. Ele permanece,e quando ao cair da tarde, já cumprido seu inglório papel, busca aqui acolá uma fresta, onde se manifestar... teimoso ele tent...