Tia, quase mãe


Desse mininu;sou tia quase mãe.
Amor de mãe,não carece de afinidade,
se ama e pronto.
Esse meu sobrinho quase filho,e eu,
somos na igualdade,o norte e sul!
O verso e reverso;
 Ele é tranquilo,seguro.
Eu agitada, quase frágil até.
Ele calado e observador,
eu falo pelos cotovelos,com os olhos,
com minhas mãos,no gestual enfim...
No "observador"; somos iguais,
nada nos escapa aos olhos.
sobrinho que eu quero filho,
meu nininú...meu amor por você
é assim,verdadeiro seguro...
não mãe,sou sua tia,
Mas tem portancia naum!
Eu abençoo voce,todos os dias,
os dias todos.
Lágrimas no seu olhar,ví duas vezes.
Quando voce e Ana Luisa,deram 
"de cara na porta", chegando da escola,
l[a no Califórnia;eu descí de elevador,
voce e ela, num pique só,subiram seis lances de esada.
Cena que jamais esquecí,voce e ela,
de maõzinhas dadas,olhando a porta do ap fechada,
 pasta na mão e lancheira ao ombro,
chorando em silencio,lágrimas descendo pelo rosto!
Mas eu cheguei e como que por encanto,
secou-se o pranto.
Tanatas são as lembranças,impagáveis,
e na mesma conformidade é meu amor
por voce!
Filho do meu coração,
filho da mimha alma!
È assim que eu amo você
de corpo e alma.Inteira.
Deus o abençõe,você,
Deus o abençõe filho!
Deus o abençoe; 
Vinícius.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

em duas...

de jeito...