meu nininu anju...
Meu mininu
Como és lindu!
Anju de olhos q brilham tantas
perguntas junta pra perguntá!
Nun é travessu mas quando
distramela a imaginção,dizanda a falá
Num assunto meio sem começo nem
finar.
Nun carrese de arrespondê é só pra proziá.
Mas se quise sabê;
bom é logo respondê.
Na insistência inocência;
é persistencia de quem sabe
Sê,
e fazê feliz.
Num abril abriu-se paradô !
Apará a dô de vidas entristecidas,
Sem viço já.
Talvez saudade daquele mininu
anjo que chega...
Encanta num encanto que canta,
por todo canto.
Seu riso; ri rios de risos; que
gargalha em cascata!
Tem rizada gostosa... que espalha
num abraço,que enlaça!
Por todo canto, numa troça que
traça sem traço!
Num laço do abraço que abraça.
É meu mininu,
anju da
vovó

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