`Às minhas filhas

Por minhas filhas,
meu amor é infindo,
Nada há nele que me fira ou me culpe
o coração!
Amor de mãe,salva!
Traz na concepcão da vida,
a marca da pertença!.
Por mais que desgarre,
por maiores que se façam as lonjuras...
Mãe tem nos olhos,a sapiencia
da interpretação de olhares.
Compreende a alma, e se inflama
é espinho na carne...e dói,se lhes
desdizem o que o coração já enxergou!
Fica à espreita,dilata-lhe o coração,
e se incendeia a sua alma.
É tesouro que os filhos entenderão,
quando; à medida que se lhe vierem os
os seus filhos,...nossos netos.
Alma de mãe,se espalha,
se derrama corpo a fora...
ou mãe não se é!
Já alguem disse;
" mãe é Deus em pequenas medidas"...
Trazemos em nós,o ácido e o doce,
o amargo e o salgado...
todos os temperos e destemperos de ninha alma;
com que depuro os sentidos quando a
lhes auscutar  a alma que camufla lágrimas,
em meio a risos...e conheço delas o disfarce,
e todas as razões possíveis dele.
Da máscara que a vida por vezes nos impoe!
E quando sem forças, longe
da sabedoria que nos faz humanizadas,
lembramos em prece a Deus,
a nossa fragilidade, e
Ele vem em socorro, de quem se é
mãe!...



e vem...
e vem...

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