castelos...

por onde vou; não sei
porque não sei,só meu
coração ha de responder...
eu quero ir...construir
meus castelos em campina verde,
com flores rasteira a papetar meu chão.
Gosto das paredes de pedra,quando
por seus entremeios, flores miudas
fazem nelas pequenos buquês;
a me hipnotizarem a alma.
Sou afoita pelo belo...
meus olhos enxegam longe,
qualquer traço bonito,
que acampa no meus muros.
Meus caminhos a se chegar em meu castelo;
é convidativo, na beirada, bem à magem da estada...
não é apenas "uma beira"...
tem ali, pedras lisas por entre gramas curtas,
que também se fazem suaves ao meu pés.
e assim eu vou, caminhando e construindo...
levo comigo minha historia;não só fadas,
nem só flores...
Mas o que me importa é o lindo,
o belo aconchego que a "era",trepadeira forte,
abraça o poço numa altura a se sentar.
Tem água fresca,numa muringa;
por sobre o poço...
meu castelo não tão somente é,
uma acolhedora e simples casinha;
mas eu o chamo castelo...
não só porque é belo;
mas dá pompa ao simples,
que de tão simples não requer
outro nome senão um chalé...
ao lado da porte já patinada pelo tempo;
um feixo de lenha seca...
pra esquentar o fogão onde
há de se fazer um chá,ou café...
um leite quente, pra uma noite fria.
Embora todas as noites aqui sejam quentes,
há se dormir na agrama, e se cobrir de céu...
e aí...é que quero sonhar...
um outro sonho;
que depois...eu volto
aqui;  pra lhe contar!
Ah! esqueci...
as flores;
ah! as flores,
estão em todo lugar.


lugar e flores
lugar e flores

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