seu moço....
Me aresponde aí seu moço;
que troço é esse...
Que coisa ruim é essa
que arde no peito da gente;
que inté nossa arma sufoca
e deixa assim a gente assim tão indisposta.
Gosto disso não seu moço...
Num larga mão de mim...
dessa coisa num há de haver no mundo;
lugar pra mode a gente se escondê!..
inté eu quiz dessa coisa me disfazê..
Porcurei um tar de sinhô dotô;
qui dizia de tudu intendê...
inté disso eu fui capaiz...
mas diantô naum....
diz que pra esse mar,nem carece medicá...
num tem remédiu...
remediado tá...
e lhe digo seu moço;foi assim sim
que falô o seu dotô!!!
Me falô...que inté o nome dessa
disordi, dessa zigzaguera no coração da gente
nem nome tinha...
que arguém num guentando o tamanho dessa
moléstia acho de arrumá um nome
pra pudê dela falá...spricá sáb..
Sab seu moço;
seu dotô falô sem muito bem inendê,
num tanto sem mardade;
que eu sofro; e num tem remédiu
é de uma tar
sardade!!!...sabe seu moço,
mas achei muito bem ispricado...
do jeito qui ele falô...
meu mar...qui eu sofro
é messsm dessa tar
de sardade...
-graça-
uma tar sardade
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