seu moço....

Me aresponde aí seu moço; que troço é esse... Que coisa ruim é essa que arde no peito da gente; que inté nossa arma sufoca e deixa assim a gente assim tão indisposta. Gosto disso não seu moço... Num larga mão de mim... dessa coisa num há de haver no mundo; lugar pra mode a gente se escondê!.. inté eu quiz dessa coisa me disfazê.. Porcurei um tar de sinhô dotô; qui dizia de tudu intendê... inté disso eu fui capaiz... mas diantô naum.... diz que pra esse mar,nem carece medicá... num tem remédiu... remediado tá... e lhe digo seu moço;foi assim sim que falô o seu dotô!!! Me falô...que inté o nome dessa disordi, dessa zigzaguera no coração da gente nem nome tinha... que arguém num guentando o tamanho dessa moléstia acho de arrumá um nome pra pudê dela falá...spricá sáb.. Sab seu moço; seu dotô falô sem muito bem inendê, num tanto sem mardade; que eu sofro; e num tem remédiu é de uma tar sardade!!!...sabe seu moço, mas achei muito bem ispricado... do jeito qui ele falô... meu mar...qui eu sofro é messsm dessa tar de sardade... -graça- uma tar sardade

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