vexada...
Ah! minh' alma...
quão ingrato é nosso coração.
Não tem por nós;
solidariedade alguma...
Não sabe nos cuidar...ser de nós
amigo sem limtes..
E nos entristece assim sua
ausencia em nós.
Sem coração; como podemos você eu;
oh! minha alma, consertar os
desasestos que ele mesmo nos causou?
Dói a inospitalidde dele em nós.
O caminho parece estrada sem fim;
que nos deixa em lugar nenhum.
Instala-se a desesperança
e um grito ensurdecedor nos dói.
É alma sem coração...
È coração sem alma!
Não se explica; é fato existente
que é inesxiste em nós...
É falta de perdão grita o coração!
Perdoar o que?
À vida, a sonhos não realizados,
perdoar a desesperança aos
caminhos que sonhamos percorrer
e a vida nos disse não?
Perdoar a imperfeição dos
dias;
que não sonhamos pra nós?
Perdoar as distâncias que nos impôs a vida?
Perdoar nossa imcopetência
de não termos sido melhores?
Dos sonhos que apenas esbarramos;
sem a constância da luta de os alcansarmos?
Não foi sem luta; que nos abandonamos a nós mesmos...
È simples;
tudo nos foi grande demais,
a luta, a dor, a desesperança,a incerteza...
tudo nos foi muito maior,
não nos demos conta...
não nos demos conta de nós mesmos!
E por você;
pela ausência da sua presença
em nós...
o declaramos culpado.
O único culpado.
- graça-
ausência...ausência...
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