O amor se reconhece...
Chamo de amor;
o que minha alma consome.
Sem amar não existo,de mim
só pode sair amor...imperfeito;
quase sempre, mas ainda é amor...
preciso dele...se de mim ele se ausenta
não sou eu quem fica...é vazio
o que em mim se apresenta...
sou assim...
sobrevivo de amor.
As cantorias que minha alma canta;
são de amor as histórias.
Amor em todos os tempos
no tempo indefinido...
Sou arte de amor concreto
no abstrato palpável..
que continua no gesto
no olhar,
na palavra.
Na lágrima que cai,
e esconde no pranto a enormidade finita
da dor em desordem na alma.
São saudades transviadas das
presenças de mim ausentes...
é amor que não finda
é amor que me vivifica;
que me faz assim
não ser;
sem se-lo!
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